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    confundais-lho

    envolto | adj.

    Envolvido; turvo; misturado....


    Diz-se do vegetal cujos dois cotilédones se acham reunidos e confundidos num só corpo....


    unido | adj.

    Que se uniu....


    peccavi | interj.

    Exclamação do rei David, depois de confundido pela parábola do Rico e do Pobre do profeta Natã; emprega-se para significar que se confessam os erros....


    quiral | adj. 2 g.

    Que é assimétrico e não se pode sobrepor à sua imagem especular, à qual não é idêntico e com a qual não se confunde (ex.: centro quiral; molécula quiral; sistema quiral)....


    distinto | adj.

    Que não se pode confundir com outro....


    tão-pouco | adv.

    Usa-se para repetir ou reforçar uma negação; também não (ex.: nunca pretendeu lucrar com aquilo, nem tão-pouco obter qualquer vantagem)....


    confusão | n. f.

    Ato ou efeito de confundir ou de se confundir....


    estenderete | n. m.

    Má figura que se faz discursando ou em atos escolares ou públicos....


    poliamor | n. m.

    Relacionamento de cariz romântico e sexual que se estabelece simultaneamente entre vários parceiros, com conhecimento e consentimento de todos os envolvidos (ex.: o poliamor não deve ser confundido com a poligamia)....


    quiralidade | n. f.

    Qualidade ou propriedade do que é quiral ou é dotado de assimetria e não se pode sobrepor à sua imagem especular, à qual não é idêntico e com a qual não se confunde (ex.: quiralidade molecular)....


    alho | n. m.

    Planta hortense liliácea, tipo da tribo liliácea....


    estuário | n. m.

    Parte de um rio, próxima à sua foz no mar, onde a água doce se confunde com a salgada (ex.: estuário do Tejo)....


    Tendência para confundir ou para misturar....


    confusionista | adj. 2 g. | adj. 2 g. n. 2 g.

    Relativo a confusionismo....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?