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    conforta-lhes

    consolado | adj.

    Que recebeu consolação....


    Relativo à humidade e ao calor (ex.: conforto higrotérmico)....


    Relativo a termofisiologia ou ao mecanismo fisiológico de regulação da temperatura corporal (ex.: conforto termofisiológico)....


    bem-estar | n. m.

    Situação agradável do corpo e do espírito....


    conchego | n. m.

    Ato ou efeito de conchegar ou de se conchegar....


    conforto | n. m.

    Ato ou efeito de confortar ou de se confortar....


    casaréu | n. m.

    Casarão em ruínas, que não oferece conforto....


    lenitivo | adj. | n. m.

    Que acalma, que adoça....


    ninho | n. m.

    Estrutura ou abrigo que as aves constroem para si e para os seus ovos e crias....


    lounge | n. m. | adj. 2 g. 2 núm.

    Átrio, sala de estar ou zona destinada a espera ou descontração, geralmente dotada de assentos confortáveis....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?