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    CONFIRMAS-NOS

    Que abona; que serve para abonar....


    aquemeneres | interj.

    Expressão usada, geralmente de forma jocosa, para indicar concordância ou confirmação; sim, senhor; isso mesmo....


    ou | conj.

    Indica alternativa ou opcionalidade (ex.: ver um filme ou ler um livro)....


    pudera | interj.

    Expressão usada para confirmar o que se disse anteriormente....


    | adv.

    Exprime afirmação, confirmação, concordância, aprovação....


    rato | adj.

    Confirmado, reconhecido....


    De maneira que carece de comprovação ou confirmação (ex.: o indivíduo está alegadamente ligado ao tráfico de estupefacientes)....


    pois | conj. | adv.

    Por conseguinte, portanto, logo....


    sobreprova | n. f.

    Prova ulterior; confirmação....


    acará | n. m.

    Bolinho feito com massa de feijão-frade, cebola e sal, frito em óleo de palma....


    efeito | n. m.

    O que resulta de uma causa (ex.: efeitos colaterais)....




    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?