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    confessardes-tas

    confessável | adj. 2 g.

    Que se pode confessar (ex.: segredos confessáveis)....


    inconfesso | adj.

    Que não se confessou; que não confessou (culpas)....


    peccavi | interj.

    Exclamação do rei David, depois de confundido pela parábola do Rico e do Pobre do profeta Natã; emprega-se para significar que se confessam os erros....


    Frase que se encontra no exórdio da oração de Cícero em favor de Ligário, partidário de Pompeu, exilado depois da vitória de César, e que se aplica quando alguém confessa uma coisa que a princípio negava....


    confessado | n. m. | adj.

    O penitente (com relação ao seu confessor habitual)....


    penitência | n. f.

    Qualquer ato de mortificação interior ou exterior....


    penitencial | adj. 2 g. | n. m.

    Relativo a penitência (ex.: disciplina penitencial; orações penitenciais; rito penitencial; salmos penitenciais)....


    palmatória | n. f.

    Instrumento com que se castiga batendo na palma da mão....


    promissória | n. f.

    Título que representa uma quantia em depósito e no qual o depositário se confessa devedor dessa quantia....


    tortura | n. f.

    Qualidade do que é torto ou tortuoso....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Recebi a correção de um texto que fiz para minha prova de redação e foram reportados 2 erros apenas.

    1º “erro”: Precisava descrever o fato de não abuso e utilizei-me da construção de uma palavra prefixada por in-, levando em conta que o mesmo atendia minha necessidade para a construção, resultando no termo inabusivo. No contexto era necessário concordar em gênero e número, obtendo assim inabusivas. Estaria incorreto?

    2º “erro”: Utilizei o termo profícuo na seguinte frase: “Questão de caráter complexo e de difícil solução profícua...”. Sinceramente, acredito que a professora realmente não compreendeu o significado do termo e ou até o desconhece visto que ela não reportou erro de redundância (onde uma vez pensei que toda solução fosse profícua, mas logo discordei pois é possível uma solução não ser vantajosa) ou qualquer outro tipo de erro possível.

    Para os dois “erros” ela escreveu apenas o seguinte comentário: “Evite termos difíceis, fale fácil!”. Minha composição nesses casos está correta?