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    CONFESSARAM-MAS

    confessável | adj. 2 g.

    Que se pode confessar (ex.: segredos confessáveis)....


    inconfesso | adj.

    Que não se confessou; que não confessou (culpas)....


    peccavi | interj.

    Exclamação do rei David, depois de confundido pela parábola do Rico e do Pobre do profeta Natã; emprega-se para significar que se confessam os erros....


    Frase que se encontra no exórdio da oração de Cícero em favor de Ligário, partidário de Pompeu, exilado depois da vitória de César, e que se aplica quando alguém confessa uma coisa que a princípio negava....


    confessado | n. m. | adj.

    O penitente (com relação ao seu confessor habitual)....


    penitência | n. f.

    Qualquer ato de mortificação interior ou exterior....


    penitencial | adj. 2 g. | n. m.

    Relativo a penitência (ex.: disciplina penitencial; orações penitenciais; rito penitencial; salmos penitenciais)....


    palmatória | n. f.

    Instrumento com que se castiga batendo na palma da mão....


    promissória | n. f.

    Título que representa uma quantia em depósito e no qual o depositário se confessa devedor dessa quantia....


    tortura | n. f.

    Qualidade do que é torto ou tortuoso....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.