Pesquisa nas Definições por:

    condenam-nas

    permissivo | adj.

    Que dá ou envolve permissão....


    sisífico | adj.

    Relativo a Sísifo, personagem da mitologia grega, condenado a eternamente empurrar uma pedra pela encosta acima de uma montanha, que resvalava sempre quando estava prestes a atingir o topo....


    sisifiano | adj.

    Relativo a Sísifo, personagem da mitologia grega, condenado a eternamente empurrar uma pedra pela encosta acima de uma montanha, que resvalava sempre quando estava prestes a atingir o topo....


    apenado | adj.

    Castigado com pena....


    adictivo | adj.

    Relativo a adicção ou a dependência física ou psíquica (ex.: comportamentos adictivos)....


    anticoncorrencial | adj. 2 g.

    Que reduz ou dificulta a concorrência, a competição (ex.: associação empresarial condenada por práticas anticoncorrenciais)....


    calceta | n. f. | n. m.

    Argola de ferro que, cingindo a perna dos condenados a trabalhos públicos, remata o grilhão que os prende....


    dano | n. m.

    Estrago; prejuízo....


    falaca | n. f.

    Peia que trava os pés dos condenados a bastonadas, entre os Turcos....


    galé | n. f. | n. m. | n. f. pl.

    Peça quadrangular, com barras em três lados, na qual o compositor assenta as linhas de uma folha, que se vai imprimir....


    pelagianismo | n. m.

    Doutrina do frade britânico Pelágio (século IV), que atribuía, na questão da graça, uma parte excessiva à liberdade humana (ex.: o pelagianismo foi condenado sobretudo pelo Concílio de Éfeso [431])....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?