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    concebeu-as

    tético | adj.

    Relativo a tese, a uma afirmação teórica (ex.: termos téticos)....


    imaculatismo | n. m.

    Doutrina religiosa da Imaculada Conceição de Nossa Senhora, mãe de Jesus, que, segundo o dogma católico, foi concebida sem pecado....


    vivacidade | n. f. | n. f. pl.

    Qualidade do que é vivaz....


    eudemonia | n. f.

    Teoria moral fundada na ideia da felicidade concebida como bem supremo....


    nómeno | n. m.

    O mesmo que númeno....


    malware | n. m.

    Programa concebido para causar danos ou para aceder ilegalmente a informação em sistemas informáticos....


    eudaimonía | n. f.

    Teoria moral fundada na ideia da felicidade concebida como bem supremo....


    astronave | n. f.

    Veículo concebido para a navegação interplanetária....


    bólide | n. m. ou f.

    Antiga designação dos meteoritos mais importantes....


    design | n. m. | adj. 2 g. 2 núm.

    Disciplina que visa a criação de objetos, ambientes, obras gráficas, etc., ao mesmo tempo funcionais, estéticos e conformes aos imperativos de uma produção industrial....


    figurante | n. 2 g.

    Pessoa que, em cinema, televisão ou teatro, participa com papel decorativo ou pouco importante, geralmente sem falas....


    Tendência de certos psicólogos americanos que concebem a psicologia unicamente como o estudo das operações do comportamento, negligenciando os dados não exteriorizados da consciência (Stevens, Boring, Skinner)....


    robótica | n. f.

    Conjunto dos estudos e das técnicas tendentes a conceber sistemas capazes de substituírem o homem nas suas funções motoras, sensoriais e intelectuais....


    utopista | adj. 2 g. | n. 2 g.

    O mesmo que utópico....


    holismo | n. m.

    Doutrina que concebe o indivíduo como um todo que não se explica apenas pela soma das suas partes, apenas podendo ser entendido na sua integridade....


    expansor | adj. | n. m.

    Que alarga ou estende; que expande (ex.: aparelho expansor)....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Acabo de reparar que nas Definições - Acordo Ortográfico de 1990 - Variedade do Português - distinguem-se duas Normas, uma Europeia e outra Brasileira. A minha pergunta é: Porque é que a norma utilizada em PORTUGAL é designada por norma europeia - que eu saiba não existe mais nenhum país na Europa cuja língua oficial seja o Português - quando a norma utilizada no Brasil é designada por norma brasileira e não sul americana?
    Vejo isso como uma descriminação em relação ao país onde nasceu a língua portuguesa. Já encontrei na internet entidades, que ganham dinheiro a ensinar a língua portuguesa, a afirmar que o português falado no Brasil é mais puro do que aquele que é falado em Portugal. Duvido que as entidades brasileiras aceitassem de braços caídos que a versão da língua portuguesa que eles falam fosse designada como Norma Sul Americana.