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    COMPRAZAS-TO

    vingativo | adj.

    Que se compraz com a vingança....


    entalão | n. m.

    Aperto em que se vê quem, mau grado seu, tem de comprazer a outrem....


    alarmista | adj. 2 g. n. 2 g.

    Que ou quem se compraz em propalar boatos assustadores....


    comprazedor | adj. n. m.

    Que ou aquele que é amigo de comprazer; condescendente....


    frigideira | n. f. | n. 2 g.

    Utensílio de cozinha, geralmente de metal e com cabo, de formato redondo, largo e de pouco fundo, próprio para fritar (ex.: frigideira antiaderente)....


    pastar | v. tr. e intr. | v. tr.

    Comer o pasto....


    sorrir | v. intr. e pron. | v. intr. | v. tr. | n. m.

    Rir sem gargalhada, fazendo apenas um pequeno movimento com os lábios....


    comprazer | v. intr. | v. pron.

    Agradar a alguém....


    descomprazer | v. tr. e intr.

    Não comprazer; não condescender....


    prazer | n. m. | v. intr.

    Sentimento agradável que alguma coisa faz nascer em nós....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?