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    complicou-se-tas

    complicado | adj.

    Difícil de resolver, de compreender ou de fazer....


    fácil | adj. 2 g. | adv.

    Que não custa a fazer; que se obtém ou se consegue sem grande trabalho (ex.: é fácil montar esse móvel; há instrumentos musicais mais fáceis de tocar)....


    implexo | adj.

    Entretecido, emaranhado....


    inábil | adj. 2 g.

    Que não tem competência, mestria ou jeito; que é falto de habilidade....


    ininteligível | adj. 2 g.

    Que não se pode entender; cujo sentido é difícil de captar....


    Expressão usada para indicar que determinada explicação é mais complicada de entender do que aquilo que ela deve explicar....


    microvascular | adj. 2 g.

    Relativo aos vasos sanguíneos de menor dimensão (ex.: complicações microvasculares da diabetes)....


    comezinho | adj.

    Que é bom ou fácil de comer (ex.: almoço comezinho)....


    difícil | adj. 2 g. | adv.

    Que exige trabalho ou esforço para se fazer ou concretizar....


    abacaxi | n. m.

    Planta bromeliácea (Ananas comosus) originária da América Tropical, muito cultivada nas regiões quentes pelos seus grandes frutos de polpa açucarada e saborosa....


    chinesice | n. f.

    Ato, dito, maneira ou costume próprio de chinês....


    dédalo | n. m. | adj.

    Lugar em que os caminhos estão dispostos de modo que é fácil perder-se neles....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.