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    COMPASSASSE-MAS

    mensural | adj. 2 g.

    Que tem mensura ou compasso....


    tético | adj.

    Relativo a tese, a uma afirmação teórica (ex.: termos téticos)....


    alla breve | loc.

    Compasso a dois tempos muito apressado....


    diabetes | n. 2 g. 2 núm.

    Designação dada a um grupo de doenças metabólicas caracterizadas por abundantes secreções de urina e por possíveis complicações crónicas variadas....


    galharda | n. f.

    Dança e música antiga, de compasso ternário....


    icto | n. m.

    A maior intensidade do som para destacar uma sílaba das que constituem o vocábulo ou a frase....


    mecómetro | n. m.

    Compasso cirúrgico para medir os fetos....


    medida | n. f.

    Quantidade fixa que serve para avaliar extensões ou quantidades mensuráveis....


    minuete | n. m.

    Antiga dança de passo simples e vagaroso....


    rumba | n. f.

    Música, canto e dança característica de Cuba, de origem africana, que teve grande voga na América e na Europa por volta de 1930. (É em compasso binário e ritmo sincopado.)...


    salto | n. m.

    Ato ou efeito de saltar....


    samba | n. m.

    Dança cantada, de origem africana, compasso binário e acompanhamento obrigatoriamente sincopado. [O samba rural distingue-se do samba urbano, no caráter musical e na coreografia.]...


    dança | n. f.

    Arte de dançar....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?