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    compartamos-lhos

    hipostilo | adj.

    Diz-se das salas ou compartimentos cujo teto é sustentado por colunas de qualquer estilo....


    alvaçuz | n. m.

    Compartimento, no porão do navio, onde se guardam cabos, ferragens, etc....


    banheiro | n. m.

    O que proporciona banhos ou acompanha os banhistas no banho....


    baracha | n. f.

    Divisória de lama que separa os compartimentos das marinhas....


    beliquete | n. m.

    Pequeno compartimento sem ar e sem luz, para arrumação de coisas velhas....


    caixa-forte | n. f.

    Compartimento muito seguro, de banco ou empresa, onde se guardam dinheiro, documentos ou objetos de valor....


    caixilho | n. m.

    Moldura de madeira ou metal para painéis....


    Cada uma das divisões de uma casa, carruagem, embarcação, caixa, gaveta, etc....


    cheleira | n. m.

    Compartimento triangular onde se empilham as balas ao lado das peças....


    escaninho | n. m.

    Compartimento ou casinha de secretária ou de qualquer outro móvel....


    exoteca | n. m.

    Membrana exterior dos compartimentos da antera....


    gabinete | n. m.

    Compartimento reservado....


    galeria | n. f.

    Corredor ou compartimento sobre o comprido, geralmente com janelas ou cobertura envidraçada....


    galinheiro | n. m.

    Compartimento, ordinariamente gradeado, onde se guardam e criam galináceos e eventualmente outras aves....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?