Pesquisa nas Definições por:

    comemorasses-ma

    quadricentenário | n. m. | adj.

    Comemoração de um facto sucedido quatrocentos anos antes....


    quadringentenário | n. m. | adj.

    Comemoração de um facto sucedido quatrocentos anos antes....


    níver | n. m.

    Aniversário (ex.: vamos brindar para comemorar seu níver)....


    oba-oba | n. m.

    Festa, comemoração ou manifestação de alegria em relação a alguma coisa (ex.: a julgar pelo oba-oba em torno do candidato, ele já ganhou)....


    ducentenário | n. m. | adj.

    Comemoração dos duzentos anos de algo (ex.: festa comemorativa do ducentenário do jornal)....


    ementa | n. f.

    Breve apontamento para lembrança....


    sesquicentenário | n. m. | adj.

    Transcurso ou comemoração do centésimo quinquagésimo aniversário....


    copo-d'água | n. m.

    Refeição de doces e licores com que se obsequiam os visitantes ou os convidados de um ato solene....


    guisa | n. f.

    Modo, maneira, feitio....


    domingo | n. m.

    Dia da semana que vem depois de sábado e antes de segunda-feira. [Na tradição judaico-cristã, é considerado o primeiro dia da semana; na organização moderna de trabalho e agendas, é considerado o sétimo e último.]...


    memorado | adj.

    Que se conservou na memória; que se memorou....


    comemorado | adj.

    Que foi alvo de comemoração; que se comemorou....


    espiga | n. f.

    Inflorescência em que as flores estão dispostas em torno de um eixo central....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?