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    cocem-vos

    datarina | n. f.

    Conjunto de pancadas dadas a alguém como castigo ou maus-tratos....


    prurido | n. m.

    Sensação na pele que provoca vontade de coçar; forte titilação....


    soca | n. f.

    Designação vulgar do rizoma ou caule subterrâneo....


    já-começa | n. m. 2 núm.

    Afeção cutânea e contagiosa produzida por um ácaro....


    cafubira | n. f.

    Sensação na pele que provoca grande vontade de coçar....


    iuçá | n. m.

    Sensação na pele que provoca grande vontade de coçar....


    quipã | n. m.

    Sensação na pele que provoca grande vontade de coçar....


    bordina | n. f.

    Surra; coça; sova....


    coca | n. f.

    Planta arbustiva (Erythroxylum coca), narcótica e alimentar....


    coca | n. f.

    Espécie de capuz ou mantilha para tapar a cabeça....


    coceira | n. f.

    Sensação na pele que provoca grande vontade de coçar....


    comichão | n. f.

    Sensação na pele que provoca vontade de coçar....


    gasto | adj. | n. m.

    Avelhentado....


    rapeira | n. f.

    Sensação na pele que provoca grande vontade de coçar....


    uredo | n. m.

    Sensação na pele que provoca vontade de coçar....


    poleia | n. f.

    Peça, geralmente em forma da letra L, destinada a sustentar prateleiras ou outros objetos (ex.: poleias para ar condicionado)....


    cossa | n. f.

    Embarcação semelhante à canoa, usada em Bengala, na Índia....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?