Pesquisa nas Definições por:

    cilhemos-tas

    cilhado | adj.

    Apertado com cilha....


    charneira | n. f.

    Peça composta por duas partes que ligam ao mesmo eixo, permitindo movimento em portas, janelas, tampas, abas de mesa, etc....


    congoxa | n. f. | n. f. pl.

    Angústia ou aflição....


    látego | n. m.

    Chicote de couro ou de corda entrançada....


    sobrecilha | n. f.

    Peça de arreio que fica sobre a cilha....


    xácoma | n. f.

    Cabeçada do cabresto....


    cilha | n. f.

    Cingidouro para a sela ou para a albarda de uma cavalgadura....


    cilhadouro | n. m.

    Parte da barriga (nas bestas) onde se aperta a cilha....


    cilhão | n. m. | adj.

    Cilha grande....


    cincha | n. f.

    Espécie de cilha com que se apertam os arreios de um cavalo....


    entrecilhas | n. f. pl.

    Parte da barriga do cavalo entre o sovaco e as cilhas....


    floreta | n. f.

    Diminutivo de flor....


    chincha | n. f.

    Espécie de cilha com que se apertam os arreios de um cavalo....


    cangocha | n. f.

    Perturbação nervosa nos cavalos causada pelo aperto da cilha....


    ventrilha | n. f.

    Peça dos arreios que passa por baixo da barriga do cavalo....


    silha | n. f.

    Cadeira....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.