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    chegues-mas

    aí | adv. | interj.

    Local próximo da pessoa a quem se fala (ex.: chego aí num instante; quando foi que estiveram aí?)....


    advindo | adj.

    Acrescido, chegado depois....


    aferente | adj. 2 g.

    Que conduz ou leva....


    avonda | interj.

    Expressão usada para mandar parar uma ação ou para fazer calar....


    bonda | interj.

    Expressão usada para interromper ou mandar parar uma ação ou para fazer calar....


    candente | adj. 2 g.

    Que chegou à incandescência rubra clara....


    cochado | adj.

    Muito chegado ao vento....


    convencível | adj. 2 g.

    Fácil de fazer chegar a convencimento....


    daí | contr.

    Usa-se para indicar a origem ou a proveniência de um local próximo da pessoa a quem se fala (ex.: saímos daí ainda de madrugada)....


    enfim | adv.

    Por último; em último lugar....


    enquanto | conj.

    Indica duração em simultaneidade; durante o tempo em que (ex.: enquanto estive em casa, o telefone não tocou)....


    esguio | adj.

    Longo e estreito....


    frustrado | adj.

    Que não produziu efeito....




    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?