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    cerceassem-mas

    cerceável | adj. 2 g.

    Que se pode cercear; que pode ser cerceado....


    cerceadura | n. f. | n. f. pl.

    O que se cerceia....


    cerceador | adj. n. m.

    Que, aquele ou aquilo que cerceia....


    aguarentar | v. tr.

    Arredondar, cortando os guarentes....


    aladroar | v. tr.

    Cercear ou diminuir com fraude....


    cecear | v. tr.

    O mesmo que cercear....


    cercear | v. tr.

    Diminuir o volume ou tamanho (de alguma coisa) cortando ou raspando em redor....


    circiar | v. tr.

    Compactar e alisar o solo das marinhas com o círcio....


    rentear | v. tr.

    Cortar rente ou pela raiz....


    roçar | v. tr. | v. tr. e pron. | v. tr. e intr.

    Cortar ou derrubar, geralmente vegetação (ex.: roçar mato)....


    tronchar | v. tr.

    Cortar rente (a haste, os chifres, as orelhas, etc.)....


    serrilha | n. f.

    Acabamento ou contorno em forma de dentes de serra e que serve para adornos....




    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?