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    capota-as

    encapotado | n. m.

    Indivíduo embuçado em capa ou capote....


    gabão | n. m.

    Pessoa que tem o hábito de gabar....


    gabardo | n. m.

    Capote de cabeção e mangas....


    Ave galiforme (Numida meleagris) da família dos numidídeos, de plumagem cinzenta com pontos brancos e cabeça colorida com crista óssea dorsal, originária do continente africano....


    gandola | n. f.

    Peça de vestuário que substitui o capote usado pelos militares nos estados do sul do Brasil....


    landau | n. m.

    Carruagem de quatro rodas cuja dupla capota se pode levantar ou abaixar, como melhor convier....


    landó | n. m.

    Carruagem de quatro rodas cuja dupla capota se pode levantar ou abaixar, como melhor convier....


    martola | n. f.

    Capote curto com capuz usado entre os muçulmanos....


    capotão | n. m.

    Casaco grosso e quente que se veste sobre outras peças de roupa, como resguardo contra o frio....


    americana | n. f.

    Carruagem ligeira de capota e quatro rodas....


    croça | n. f.

    Capote de palha....


    josezinho | n. m.

    Antigo capote de cabeção sem mangas e com pouca roda (ex.: josezinho de castorina)....


    mantão | n. m.

    Espécie de capote curto....


    rebuçado | adj. | n. m.

    Que se rebuçou....


    rocló | n. m.

    Pequeno capote com mangas abotoado na frente....


    capa | n. f.

    Peça de roupa comprida, sem mangas, que se põe por cima de qualquer outra roupa....


    capota | n. f.

    Cobertura de cabeça para senhora ou criança....


    capote | n. m.

    Capa comprida e larga, com cabeção e capuz....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?