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    capite

    per capita | loc.

    Por cada indivíduo (ex.: rendimento per capita)....


    capitação | n. f.

    Tributo repartido por cada cabeça....


    paraíso | n. m.

    No Antigo Testamento, lugar de delícias, onde Deus colocou Adão e Eva....


    taxa | n. f.

    Tabela dos emolumentos e custas dos processos....


    mercado | n. m. | adj.

    Lugar público coberto ou ao ar livre onde se compram mercadorias postas à venda....


    captado | adj.

    Que se captou (ex.: luz magnificamente captada na fotografia)....


    holding | n. m.

    Sociedade de investimento de capitais que tem teoricamente por objetivo a gestão de uma carteira de valores mobiliários industriais ou comerciais....




    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?