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    capamos-lho

    caparoeiro | adj.

    Que está habituado ao caparão (ex.: falcão caparoeiro)....


    comido | adj.

    Que foi ingerido; que se comeu....


    soticapa | adv.

    Debaixo de capa ou de pretexto....


    personalizável | adj. 2 g.

    Que se pode personalizar (ex.: capa personalizável)....


    Desde o princípio até ao sinal (ex.: repetir da capo al segno)....


    da capo | loc.

    Do princípio; desde o princípio (ex.: repetir da capo)....


    abafo | n. m.

    Ato de abafar....


    barça | n. f.

    Capa de vimes para vidros ou louças....


    bedém | n. m.

    Capa de esparto, palha ou couro contra a chuva....


    chapeirão | n. m.

    Capuz ou capa que cobre os ombros....


    encapotado | n. m.

    Indivíduo embuçado em capa ou capote....


    encobrideira | n. f.

    Mulher que serve de capa, que encobre....


    furta-capa | n. m.

    Toureiro que distrai o touro....


    palhota | n. f.

    Casa coberta de palha ou colmo....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?