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    cales-vos

    avonda | interj.

    Expressão usada para mandar parar uma ação ou para fazer calar....


    bonda | interj.

    Expressão usada para interromper ou mandar parar uma ação ou para fazer calar....


    cálcico | adj.

    Relativo a cal e ao cálcio....


    calcífero | adj.

    Que contém cal (em menos quantidade que o que é calcário)....


    coado | adj.

    Fundido....


    mudo | adj.

    Que não tem uso da palavra oral ou da capacidade de falar....


    sonsinho | adj.

    Velhaco; solerte; songa....


    sorrateiro | adj.

    Que faz as coisas pela calada ou às escondidas....


    valadio | adj.

    Em que há valas para receberem a água (ex.: terreno valadio)....


    vonda | adv. | interj.

    Muito....


    badamerda | interj.

    O mesmo que bardamerda....


    Relativo a ou feito com palafita (ex.: cais palafítico)....


    basta | interj.

    Expressão usada para interromper ou mostrar intenção de parar uma ação ou para fazer calar....


    emputecido | adj.

    Que está cheio de raiva (ex.: fiquei tão emputecida com ele)....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?