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    calcetamos-mas

    calceta | n. f. | n. m.

    Argola de ferro que, cingindo a perna dos condenados a trabalhos públicos, remata o grilhão que os prende....


    calcetaria | n. f.

    Profissão, trabalho de calceteiro....


    empedrado | n. m. | adj.

    Revestimento de pedra que cobre chão, passeio, praça ou rua....


    Doce de consistência sólida, feito com amendoim torrado e açúcar ou rapadura....


    lança | n. f. | n. 2 g.

    Arma ofensiva formada por uma haste que tem na extremidade um ferro pontiagudo....


    braga | n. f. | n. f. pl.

    Argola de ferro que prendia a grilheta à perna do forçado....


    forçado | adj. | n. m.

    Que se forçou....


    macadame | n. m.

    Sistema de pavimento ou calcetamento de ruas ou estradas por meio de brita e saibro que se recalca com um cilindro....


    arredor | adv. | adj. 2 g. | n. m. | n. m. pl.

    No espaço circundante; em redor (ex.: havia um grande terreno arredor da casa)....


    gobo | n. m.

    Pedra pequena....


    calcetar | v. tr.

    Revestir de pedras....


    empedrar | v. tr. | v. tr., intr. e pron.

    Revestir com pedras....


    foguete | n. m.

    Peça pirotécnica que, subindo alto, estraleja ou verte fogos de várias cores....


    grilheta | n. f. | n. m.

    Argola de ferro que, cingindo a perna dos condenados a trabalhos públicos, remata o grilhão que os prende....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.