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    cabem-mas

    descabido | adj.

    Que não tem cabimento ou razão de ser....


    desazado | adj.

    Que não tem cabimento ou não é oportuno....


    incabível | adj. 2 g.

    Que não tem cabimento ou razão de ser....


    cabível | adj. 2 g.

    Que tem cabimento....


    escolado | adj.

    Que tem esperteza ou experiência....


    Relativo a catedral (ex.: cabido catedralício, museu catedralício)....


    descabível | adj. 2 g.

    Que não tem cabimento ou razão de ser....


    A.E.I.O.U. | sigla

    Sigla da legenda simbólica da casa imperial da Áustria....


    arregaçada | n. f.

    Quantidade que cabe no regaço....


    chapeirada | n. f.

    Porção que pode caber num chapéu....


    cónega | n. f.

    Religiosa de cabido regular....


    cónego | n. m.

    Clérigo que pertence a um cabido....


    chávena | n. f.

    Recipiente com uma pega, onde se serve leite, chá ou qualquer outra bebida....


    pele | n. f.

    Membrana que forma a superfície externa do corpo dos animais....


    sabido | adj. | n. m. pl.

    Conhecido....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.