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    benzesses

    hosana | n. m. | interj.

    Oração que os judeus recitam no quarto dia da festa dos Tabernáculos....


    bênção | n. f.

    Expressão ou gesto com que se abençoa....


    benedicite | n. m.

    Oração de graças antes ou depois de cada refeição....


    benzedura | n. f.

    Ato de benzer, acompanhado de rezas supersticiosas....


    benzedor | adj. n. m.

    Que ou aquele que benze....


    bendizer | v. tr.

    Lançar bênção....


    benzer | v. tr. | v. intr. | v. pron.

    Fazer cruzes sobre....


    persignar | v. pron.

    Benzer-se, fazendo com o dedo polegar da mão direita uma cruz na testa, outra na boca e outra no peito....


    reconciliar | v. tr. | v. pron.

    Restabelecer o acordo entre pessoas que se tinham malquistado....


    sagrar | v. tr.

    Conferir um certo caráter, por meio de cerimónias religiosas....


    santigar | v. tr. | v. pron.

    Benzer....


    rosa-de-ouro | n. f.

    Objeto de ouro em forma de rosa que o papa benze no quarto domingo da Quaresma, levando-a em procissão, e que depois oferece a qualquer entidade católica em sinal de distinção....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.