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    burlo-mas

    befa | n. f.

    Burla....


    tunga | n. f.

    Inseto díptero da família dos tungídeos (Tunga penetrans), frequente em regiões quentes, que se pode introduzir na pele dos hospedeiros e provocar ulcerações....


    | n. f.

    Espaço que se estende da popa até ao terço médio do navio....


    Mixórdia feita aos líquidos de venda para lhes aumentar a quantidade....


    borla | n. f.

    Adorno pendente feito de fios de lã, seda, etc....


    engano | n. m.

    Ato ou efeito de enganar....


    estafa | n. f.

    Cansaço extremo....


    marosca | n. f.

    Ato de enganar alguém de forma fraudulenta....


    bluff | n. m.

    Engano propositado....


    tapeação | n. f.

    Ato ou efeito de enganar ou tapear (ex.: isso é tapeação para enganar o povo)....


    tolina | n. f.

    Logro ou burla que se faz a um tolo....


    patota | n. f.

    Trapaça no jogo....


    burla | n. f.

    Engano fraudulento; plano ou história falsa para enganar....


    intrujice | n. f.

    Ato ou efeito de enganar, intrujar (ex.: o indivíduo vive de intrujices)....


    logreiro | n. m. | adj.

    Agiota; onzeneiro....


    Mixórdia feita aos líquidos de venda para lhes aumentar a quantidade....


    trapaça | n. f.

    Contrato fraudulento....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.