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    beliscardes-me

    beliscão | n. m.

    Compressão da pele feita com os dedos, geralmente no intuito de provocar dor....


    belisco | n. m.

    Compressão da pele feita com os dedos, geralmente no intuito de provocar dor....


    cuca | n. f.

    Bolo de origem alemã, feito de farinha de trigo, ovos e manteiga, com cobertura de açúcar ou frutas (ex.: beliscou um pedacinho de cuca)....


    velicação | n. f.

    Ato ou efeito de velicar ou de beliscar....


    belisquete | n. m.

    Aperitivo que se come fora das refeições ou a acompanhar uma bebida....


    arrepelar | v. tr. | v. pron.

    Puxar pelos cabelos....


    beliscar | v. tr. e intr. | v. tr.

    Apertar a pele entre as unhas ou as pontas dos dedos....


    pepinar | v. tr. | v. tr. e intr.

    Cortar em pedaços pequenos....


    pinicar | v. tr. | v. tr. e intr.

    Golpear ou ferir com o bico....


    velicar | v. tr. e intr.

    O mesmo que beliscar....


    vilicar | v. tr. e intr.

    O mesmo que beliscar....


    belisca | n. f.

    Ato de cortar um ou mais gomos para concentrar a seiva nos restantes....


    morsegar | v. tr.

    Dar repetidas dentadas leves em....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?