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    batocares-mas

    batoca | n. f.

    Soquete grande....


    batoco | n. m.

    Ave, espécie de pica-pau....


    batoqueira | n. f.

    Orifício em que entra o batoque....


    batuque | n. m.

    Ato ou efeito de batucar....


    gargaleira | n. f.

    Buraco no bojo de tonéis, de pipas, etc....


    pufo | n. m.

    Instrumento de tanoeiro para arredondar e alargar batoques....


    chupeta | n. f.

    Objeto pequeno, com um bico semelhante a uma teta, dado geralmente a bebés e crianças pequenas para chucharem....


    botoque | n. m.

    Disco, geralmente de pedra ou de madeira, que algumas tribos americanas usam embebido no lábio inferior ou no lóbulo da orelha, como adorno....


    esquiça | n. f. | n. f. pl.

    Batoque; pau com que se tapa o orifício que se faz nas vasilhas para tirar vinho....


    jaga | n. m. | n. f.

    Chefe eletivo dos bangalas de Kassanji (Caçanje)....


    chupadouro | n. m.

    Tubo por onde se sorve o líquido contido num vaso....


    tornada | n. f.

    Ato ou efeito de tornar ou voltar....


    buzarate | adj. 2 g. | n. m.

    Que é fátuo, néscio....


    corcha | n. f.

    Casca do sobreiro, do sobro e da azinheira....


    torno | n. m.

    Aparelho para lavrar madeira, metais ou marfim....


    abatocar | v. tr.

    Pôr batoque em, arrolhar....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.