Pesquisa nas Definições por:

    batalhados

    Palavras de Horácio alusivas à sua fuga precipitada da batalha de Filipos que podem aplicar-se a todos que desertam diante do inimigo....


    batalha | n. f.

    Ação geral de guerra, entre dois exércitos ou duas esquadras....


    batalho | n. m.

    O mesmo que bilharda....


    campanha | n. f.

    Terreno plano de grande extensão....


    falange | n. f.

    Corpo de infantaria, na antiga milícia grega....


    peleja | n. f.

    Combate, batalha, briga....


    vitória | n. f.

    Ato ou efeito de vencer o inimigo em batalha....


    jornada | n. f.

    Caminho que se anda num dia....


    vanguarda | n. f.

    Primeira linha de um exército, de uma esquadra, etc., em ordem de batalha ou de marcha....


    padrão | n. m.

    Lápide ou coluna com inscrição ou com armas reais, geralmente para assinalar uma presença (ex.: o navegador português Diogo Cão colocou padrões na costa sudoeste africana)....


    álcea | n. f.

    Designação comum a várias plantas ornamentais do género Alcea, da família das malváceas....


    parataxe | n. f.

    Justaposição de frases sem uso de conjunção coordenativa ou subordinativa....


    polemografia | n. f.

    Descrição de uma guerra ou de uma batalha....


    estiga | n. f.

    Frase ou resposta espirituosa, geralmente curta, com a qual se faz troça ou se ironiza sobre alguém ou alguma coisa (ex.: os meninos fizeram uma batalha de estigas na escola)....


    armagedão | n. m.

    Batalha bíblica entre as forças do bem e do mal. (Com inicial maiúscula.)...


    eleutérias | n. f. pl.

    Na Grécia antiga, festas em honra de Zeus Eleutério, o libertador, celebrando as vitórias gregas no campo de batalha....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?