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    bastou-lhos

    avonda | interj.

    Expressão usada para mandar parar uma ação ou para fazer calar....


    bonda | interj.

    Expressão usada para interromper ou mandar parar uma ação ou para fazer calar....


    pestanudo | adj.

    Que tem pestanas bastas e compridas....


    vonda | adv. | interj.

    Muito....


    hipossuficiente | adj. 2 g.

    Que não se basta a si próprio, geralmente em relação aos recursos económicos ou financeiros....


    q.b. | abrev.

    Abreviatura de quanto baste (ex.: deixe ferver e adicione sal q.b.). [É abreviatura muito usada em receitas culinárias para indicar que a quantidade de determinado ingrediente deve ser aquela que cada um considera suficiente ou necessária.]...


    basta | interj.

    Expressão usada para interromper ou mostrar intenção de parar uma ação ou para fazer calar....


    Quantidade suficiente; quanto baste; usado como fórmula farmacêutica (abreviatura: q.s.)....


    A bom entendedor, meia palavra basta....


    Adágio de jurisprudência, segundo o qual o testemunho de uma só pessoa não basta para estabelecer juridicamente a verdade de um facto....


    Nós dizemos, proverbialmente: Para bom entendedor meia palavra basta....


    basta | n. f.

    Cada um dos pontos (guita e rodela de pano ou fios de lã) que atravessam o colchão ou a almofada para reterem o enchimento....


    basto | adj.

    Que mostra espessura ou densidade (ex.: bastos cabelos)....


    chega | n. f. (PT) / n. f. ou m. (BR) | n. f. | interj.

    Crítica ou advertência severa....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?