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    bajulavas

    Que faz bajulação ou serve para bajular (ex.: discurso bajulatório)....


    banha | n. f.

    Gordura animal, em especial a do porco....


    chaleirismo | n. m.

    Procedimento ou qualidade de que é chaleira ou lisonjeador por interesse....


    lambeação | n. f.

    Adulação; bajulação; engrossamento....


    puxada | n. f.

    Ato de puxar....


    manteiga | n. f.

    Laticínio obtido a partir da nata do leite batida....


    graxa | n. f. | n. m.

    Composição à base de cera que serve para conservar e dar lustro ao calçado e a outros objetos....


    mesurice | n. f.

    Bajulação; servilismo....


    baba-ovo | n. m.

    Pessoa que tem por hábito bajular....


    bajulice | n. f.

    Ato ou efeito de bajular....


    Qualidade do que é subserviente ou servil....


    puxa | interj. | n. f. | adj. 2 g. n. 2 g.

    Expressão designativa de espanto, irritação ou impaciência....


    puxa-saco | adj. 2 g. n. 2 g.

    Que ou aquele que bajula, que elogia ou se comporta de modo servil....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?