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    baixar-lhas

    abaixo | adv. | interj.

    Em lugar inferior....


    abjeto | adj.

    Em que há abjeção....


    acabanado | adj.

    Que tem forma de cabana....


    cabisbaixo | adj.

    Que traz a cabeça baixa, inclinada....


    bisco | adj.

    Que tem uma haste mais baixa que a outra (touro ou boi)....


    combuco | adj.

    Diz-se das reses que têm os chifres curvos para baixo....


    comprido | adj.

    Mais longo que o preciso, o natural, ou o ordinário....


    cornibaixo | adj.

    Diz-se do touro que tem hastes baixas ou inclinadas para baixo....


    demisso | adj.

    Baixo; inclinado para o chão....


    donde | contr.

    Usa-se para indicar origem, proveniência (ex.: ouvíamos o cantar do galo, vindo não sabemos bem donde; donde era o vinho?)....


    Diz-se do nectário, quando fica por baixo do ovário....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?