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    babando-mas

    babadinho | adj.

    Que está muito apaixonado....


    baba | n. m.

    Pequeno tambor cónico usado em Timor....


    baba | n. m.

    Tratamento respeitoso que se dá aos homens mais velhos....


    babá | n. m.

    Tratamento carinhoso dado na antiga Índia Portuguesa aos rapazes....


    babado | adj. | n. m.

    Que se babou; que está sujo de baba....


    baba-ovo | n. m.

    Pessoa que tem por hábito bajular....


    baba | n. f. | n. m.

    Saliva que escorre da boca....


    babá | n. m.

    Espécie de pudim ou de bolo, geralmente embebido numa calda com açúcar e rum (ou outra bebida alcoólica), com uma cavidade aberta no topo onde se coloca chantili ou afim....


    babador | n. m.

    O mesmo que babadouro....


    babadouro | n. m.

    Peça de tecido ou outro material que resguarda o peito e se ata na nuca, geralmente usado para proteger a roupa de baba ou de comida....


    babeiro | n. m.

    Peça de tecido ou outro material que resguarda o peito e se ata na nuca, geralmente usado para proteger a roupa de baba ou de comida....


    babete | n. m.

    Peça de tecido ou outro material que resguarda o peito e se ata na nuca, geralmente usado para proteger a roupa de baba ou de comida....


    babismo | n. m.

    Religião desenvolvida à volta da doutrina professada pelo reformador persa Babe e seus sucessores....


    babo | n. m.

    O mesmo que baba....


    babugem | n. f.

    Espuma aglomerada num ponto, geralmente por agitação de água suja....


    babão | adj. n. m.

    O mesmo que baboso....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?