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    aprestar-to

    quadrilha | n. f.

    Turma de cavaleiros no jogo das canas....


    aparato | n. m.

    Demonstração de grande luxo....


    Ato ou efeito de aperceber ou aperceber-se....


    apresto | n. m.

    Preparo para a realização de alguma coisa. (Mais usado no plural.)...


    preparativo | adj. | n. m. | n. m. pl.

    Preparatório....


    preparo | n. m. | n. m. pl.

    Preparação....


    apreste | n. m.

    O mesmo que apresto....


    aprestador | adj. n. m.

    Que ou aquele que apresta....


    aperceber | v. tr. | v. pron.

    Conseguir ver ao longe; divisar....


    esquipar | v. tr. | v. intr.

    Equipar (o navio)....


    armação | n. f.

    Ato ou efeito de armar, no sentido de preparar, construir, ornar, aprestar, equipar....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?