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    aliena

    inalienável | adj. 2 g.

    Que não pode ser alienado ou transmitido a outrem....


    mão-morta | n. f.

    Propriedade de um bem que não pode ser transmitido ou alienado (ex.: bens de mão-morta; corporação de mão-morta)....


    alheio | adj. | n. m. | n. m. pl.

    Que é de outro....


    alienação | n. f.

    Ato ou efeito de alienar ou de se alienar....


    alienista | adj. 2 g. | n. 2 g.

    Relativo a alienismo ou ao tratamento de alienados....


    laudémio | n. m.

    Pensão paga pelo enfiteuta ao senhorio direto quando aliena o prédio....


    Ato ou efeito de desalienar ou de se desalienar....


    alienamento | n. m.

    Ato ou efeito de alienar ou de se alienar....


    logo | adv. | conj. | n. m.

    Morada de colono ou enfiteuta que não pode ser alienada e que é devolvida ao senhorio após morte do colono sem este deixar filhos....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?