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    alarem

    aliforme | adj. 2 g.

    Em forma de asa....


    alado | adj.

    Que tem asas....


    ansiforme | adj. 2 g.

    Em forma de ansa ou de asa....


    Que tem grandes asas ou membranas alares....


    Que tem quatro asas (ex.: inseto quadrialado)....


    subalado | adj.

    Com apêndices semelhantes a asas....


    subalar | adj. 2 g.

    Que está debaixo das asas....


    cabalino | adj.

    Relativo a cavalo (ex.: espécies cabalinas)....


    álula | n. f.

    Pequena ala ou asa....


    arrasto | n. m.

    Ato ou efeito de arrastar ou de se arrastar....


    arinque | n. m.

    Cabo que prende a boia à âncora....


    cala | n. f. | n. m.

    Enseada estreita entre rochedos....


    calador | n. m.

    Tripulante que deita a rede ao mar....


    calime | n. m.

    A parte delgada do navio, entre a linha de água e o gio grande....


    pégaso | n. m.

    Cavalo alado da mitologia. (Com inicial maiúscula.)...


    socairo | n. m.

    Cabo que sobeja em certas manobras náuticas....




    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?