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    Acode-ma

    psicanálise | n. f.

    Método de tratamento criado por Sigmund Freud que se baseia na exploração do inconsciente....


    Veículo que pode acudir prontamente a qualquer sinistro ou acidente....


    santa | n. f.

    Mulher que foi canonizada....


    deus | n. m.

    Ser supremo. (Com inicial maiúscula.)...


    deus-nos-acuda | n. m. 2 núm.

    Grande tumulto ou confusão (ex.: gerou-se um deus-nos-acuda quando começou a chover)....


    acudir | v. tr. e intr.

    Prestar socorro ou auxílio....


    desvaler | v. tr. | v. intr.

    Não valer a, não acudir a....


    socorrer | v. tr. e pron. | v. pron.

    Ajudar; auxiliar; defender; acudir logo a....


    suprir | v. tr. | v. tr. e pron.

    Completar o que falta....


    acorrer | v. intr. | v. pron.

    Acudir; correr em socorro....




    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?