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    atolemos-tos

    atoledo | n. m.

    O mesmo que atoleiro....


    acravar | v. tr. | v. pron.

    Traspassar com cravos....


    atascar | v. tr. | v. pron.

    Meter ou enterrar em atascadeiro....


    chapuçar | v. tr.

    Lançar na água de cabeça para baixo....


    embarrancar | v. tr. | v. intr. | v. pron.

    Meter em barranco....


    encravar | v. tr. | v. pron.

    Pregar com cravos, pregos, etc....


    envasar | v. tr. | v. pron.

    Envasilhar....


    tripudiar | v. intr. | v. intr. e pron.

    Dançar sapateando....


    enterrar | v. tr. e pron. | v. tr.

    Meter ou ficar debaixo da terra (ex.: o cão enterra os ossos; enterraram o cofre; o peixe enterra-se para se camuflar)....


    atolar | v. tr. e pron. | v. pron.

    Meter ou meter-se em atoleiro....


    empoçar | v. tr. | v. intr. | v. pron.

    Meter em poço ou poça....


    atoleiro | n. m.

    Local de solo mole formado numa pequena depressão de terreno barrento....


    atolado | adj.

    Metido em atoleiro ou enterrado em lamaçal....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?