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    atestou-nos

    fatura | n. f.

    Conta das mercadorias que se entregam e das despesas acessórias....


    periciamento | n. m.

    Ato ou efeito de submeter à análise ou ao exame de um perito (ex.: periciamento de atestado médico; periciamento de veículos)....


    atestado | adj. | n. m.

    Cheio até cima, falando-se de vasilha....


    atestador | n. m.

    Vasilha com que se atestam tonéis e pipas....


    tiba | n. f. | adj. 2 g.

    Lugar onde há muitas pessoas ou coisas reunidas....


    atesto | n. m.

    Atestadura....


    vidimus | n. m.

    Atestado que começa pela palavra vidimus e que certifica que um ato foi cotejado e encontrado conforme o original (ex.: dar um vidimus)....


    certidão | n. f.

    Documento em que se certifica o que consta....


    nota | n. f.

    Sinal para marcar ou fazer lembrar algo....


    atestante | adj. 2 g. n. 2 g.

    Que ou pessoa que atesta ou passa atestados....


    atestar | v. tr. | v. tr. e intr. | v. pron.

    Acabar de encher até ao testo ou até cima algo que já está quase cheio (ex.: encher a vasilha)....


    atestar | v. tr.

    Passar atestado ou afirmar de forma oficial (ex.: o laudo pericial atesta as lesões corporais)....


    atestar | v. tr. e pron.

    Ficar frente a frente (ex.: atestou um adversário de respeito; nunca se atestaram antes)....


    testar | v. tr. | v. intr.

    Deixar em testamento....




    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.