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    ATACAI

    antiaéreo | adj.

    Próprio para a defesa de ataques aéreos....


    anticlerical | adj. 2 g.

    Que, geralmente sem atacar a religião, combate abertamente o clero, quanto às suas ideias e preponderância....


    corrediço | adj.

    Que se move sobre corrediças....


    insurrecional | adj. 2 g.

    De insurreição ou a ela relativo....


    intangível | adj. 2 g.

    Que não pode ser tocado ou apalpado (ex.: bens intangíveis)....


    junto | adj. | adv.

    Que se juntou; que está em contacto físico com (ex.: tinha de ter as mãos juntas para o jogo)....


    poliarticular | adj. 2 g.

    Diz-se do reumatismo, quando ataca muitas articulações....


    salvo | adj. | prep.

    Livre de perigo, de risco, de doença, de incómodo, etc....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.