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    assustai-tos

    alarmante | adj. 2 g.

    Que põe em alarme....


    arpista | n. m. | adj. 2 g.

    Vento muito frio....


    aterrado | adj.

    Que se aterrou ou assustou....


    chucro | adj.

    Bravo ou ainda não domesticado (ex.: animais chucros)....


    enleado | adj.

    Entrelaçado, emaranhado....


    Que sente ou demonstra medo; que se amedrontou (ex.: o garoto ficou tão amedrontado que nem sabia o que fazer)....


    cobardolas | n. 2 g. 2 núm.

    Pessoa que se assusta muito facilmente ou tem medo de muita coisa....


    sobrevento | n. m.

    Coisa que sobrevém e altera o andamento de algo, ou que assusta ou inquieta....


    arrepiado | adj. | n. m.

    Que se arrepiou....


    assustado | adj. | n. m.

    Que se assustou....


    estria | n. f.

    Bruxa ou vampiro, geralmente com rosto de mulher, que as superstições populares dizem que suga o sangue às crianças....


    pânico | n. m. | adj.

    Grande medo ou susto, eventualmente infundados....


    zoeira | n. f. | n. 2 g.

    Ruído confuso ou constante (ex.: saí do concerto com uma zoeira na cabeça)....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?