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    assistamos-mas

    assistido | adj.

    Ajudado, socorrido, acompanhado, acolitado....


    Que já se designou; designado acima (ex.: o advogado providenciará a comparência da parte que assiste na supradesignada audiência)....


    inúmero | adj. | quant. exist. pl.

    Que não se pode contar por ser muito numeroso (ex.: o espaço foi pequeno para acolher o inúmero público que foi assistir à conferência; na escavação foi encontrada inúmera cerâmica árabe)....


    adsum | interj.

    Expressão usada para mostrar prontidão e preparação para responder a uma chamada....


    batismo | n. m.

    Imersão ou aspersão de água que as igrejas cristãs consideram como o primeiro dos sacramentos. (Na Igreja católica há também o batismo dos sinos, dos navios, das pontes, etc.)...


    chega | n. f. (PT) / n. f. ou m. (BR) | n. f. | interj.

    Crítica ou advertência severa....


    empatia | n. f.

    Forma de identificação intelectual ou afetiva de um sujeito com uma pessoa, uma ideia ou uma coisa (ex.: a empatia entre os voluntários e a população local era evidente; assistimos à perfeita empatia entre piano e violino)....


    Direito que assiste aos representantes das nações estrangeiras de se regerem pelas leis do país que representam....


    voyeur | n. m.

    Pessoa que assiste, para sua satisfação, às manifestações de sexualidade de outrem....


    drive-in | n. m.

    Cinema ao ar livre onde os espetadores podem assistir aos filmes nas suas viaturas....


    comadre | n. f.

    Mulher que é madrinha com relação aos pais do afilhado ou mãe do afilhado com relação aos seus padrinhos....


    gato-pingado | n. m.

    Empregado de agência funerária que trata das cerimónias de enterro....


    ocular | adj. 2 g. | n. f.

    Relativo aos olhos....


    presente | adj. 2 g. | n. m. | interj.

    Que está no lugar onde se fala ou de que se fala....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?