Pesquisa nas Definições por:

    assintam-mas

    estável | adj. 2 g.

    Firme e duradouro....


    Em relação àquilo em que há absoluta conformidade de opiniões....


    definido | n. m. | adj.

    O que se definiu....


    catamarã | n. m.

    Embarcação a vela, feita de dois cascos acoplados, usada originalmente no Sri Lanca....


    fiteira | n. f.

    Mulher que faz fitas....


    mutualidade | n. f.

    Qualidade de mútuo ou estado do que é mútuo....


    mutualismo | n. m.

    Doutrina ou sistema relativo a instituições de segurança e proteção social....


    rompante | adj. 2 g. | n. m.

    Que denota orgulho ou altivez....


    tendal | n. m.

    Tolda fixa sobre a primeira coberta do navio....


    palafita | n. f. | n. f. pl.

    Conjunto de estacas de madeira em que assentam as habitações lacustres....


    anuência | n. f.

    Ato ou efeito de anuir ou estar de acordo....


    bitácula | n. f.

    Caixa redonda de metal e vidro, geralmente assente em coluna de madeira, que contém a bússola....


    neuma | n. f.

    Melodia, no cantochão, vocalizada sem palavras ou no fim da palavra....


    mutual | adj. 2 g. | n. f.

    Que se faz reciprocamente entre duas ou mais pessoas ou coisas....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.