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    assimile-mas

    Que faz progressos, que progride....


    expiração | n. f.

    Parte da respiração em que se expele o ar dos pulmões....


    anabolismo | n. m.

    Conjunto dos fenómenos de síntese orgânica....


    assimilador | adj. | n. m.

    Que promove assimilação....


    homose | n. f.

    Comparação (de objetos)....


    atrepsia | n. f.

    Insuficiência de assimilação dos alimentos nas crianças....


    metabolismo | n. m.

    Mudança na natureza molecular dos corpos....


    Ato de ingerir e assimilar os alimentos....


    nutrição | n. f.

    Ato ou efeito de nutrir ou de se nutrir....


    Teoria que defende a fusão ou miscigenação de culturas ou hábitos culturais diferentes....


    assimilacionista | adj. 2 g. | adj. 2 g. n. 2 g.

    Relativo a assimilacionismo....


    substrato | n. m. | adj.

    Estrato que está por baixo; camada inferior....


    assimilado | adj. | adj. n. m.

    Que se assimilou....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?