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    asilava

    asilado | adj. | n. m.

    Albergado em asilo....


    asilante | n. 2 g.

    Aquele que dá asilo a alguém....


    estábulo | n. m.

    Local para recolher gado a coberto....


    muxara | n. f.

    Asilo; agasalho....


    roda | n. f. | interj.

    Nome genérico dado, em aparelhos ou máquinas, à parte circular que se move em volta de um eixo, e que, mais ou menos diretamente, serve para imprimir movimento....


    albergue | n. m.

    Estabelecimento que fornece alojamente a preços mais reduzidos do que um hotel....


    alfama | n. m.

    Asilo, refúgio....


    creche | n. f.

    Estabelecimento escolar destinado a crianças pequenas, geralmente até aos 3 anos....


    couto | n. m.

    Terra coutada, privilegiada, defesa....


    franquia | n. f.

    Ato ou efeito de franquiar e franquear....


    recolhimento | n. m.

    Ato ou efeito de recolher ou de recolher-se....


    refúgio | n. m.

    Lugar considerado seguro para nele algo ou alguém se refugiar....


    estalagem | n. f.

    Pequeno estabelecimento hoteleiro com serviços de dormida e de refeição mais modestos que um hotel....


    internato | n. m.

    Estabelecimento em que há alunos internos....


    condestável | n. m.

    Antigamente, o primeiro dignitário do Reino, chefe do exército....


    descoitar | v. tr.

    Tirar os privilégios de couto a (uma propriedade)....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?