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    arrecade-tas

    recolhido | adj.

    Que se obteve ou recebeu; arrecadado....


    Ato ou efeito de arrecadar (ex.: arrecadamento de impostos)....


    quarteleiro | n. m. | adj.

    Militar que nas unidades tem a seu cargo a arrecadação do armamento, material de guerra e uniformes....


    trincheira | n. f.

    Caminho aberto com escavações....


    arrumo | n. m.

    Ato ou efeito de arrumar....


    brinco | n. m. | n. m. pl.

    Ação de brincar....


    casunguel | n. m.

    Caixa onde se arrecada o pão dos ranchos....


    fisqueiro | n. m.

    Aquele que arrecadava as rendas do fisco....


    prontuário | n. m.

    Lugar onde se arrecadam coisas que de um momento para outro podem ser precisas....


    argola | n. f. | n. f. pl.

    Aro de metal ou madeira....


    quimanga | n. f.

    Cabaça preparada de modo a nela se arrecadarem objetos, como em caixa ou bolsa....


    tanadar | n. m.

    Funcionário que, na antiga Índia Portuguesa, arrecadava as rendas das gancarias....




    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?