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    apressou-lha

    aguçoso | adj.

    Apressado; diligente....


    anda | interj.

    Indica pedido ou ordem para que se prossiga com algo ou para que se apresse alguma coisa....


    atrigado | adj.

    Que tem cor de trigo....


    Que é feito à pressa e sem ordem....


    à-toa | adj. 2 g. 2 núm.

    Que foi feito à pressa ou sem reflexão (ex.: comentário à-toa)....


    ensoissado | adj.

    Solícito; apressado; afadigado, atarefado....


    esbraseado | adj.

    Que se esbraseou; que foi posto ou transformado em brasa....


    Que desembestou, que corre a toda a velocidade (ex.: animais desembestados)....


    De maneira apressada, confusa e desordenada; de modo atabalhoado (ex.: passava atabalhoadamente o lenço pelo rosto; respondeu atabalhoadamente)....


    alla breve | loc.

    Compasso a dois tempos muito apressado....


    barafunda | n. f.

    Grupo numeroso de pessoas que andam apressadas em diversas ocupações....


    pressa | n. f.

    Necessidade ou desejo de acabar ou de chegar pronto....


    supurativo | adj. | n. m.

    Que faz supurar, que apressa a supuração....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?