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    apossara-mas

    apoderar | v. tr. e pron.

    Dar ou tomar posse....


    apropriar | v. tr. | v. tr. e pron. | v. pron.

    Tornar próprio (ex.: apropriar bens)....


    bamburrar | v. intr.

    No garimpo, enriquecer inesperadamente ou apossar-se de pedras ou metais preciosos de grande tamanho....


    empolgar | v. tr. | v. tr. e pron.

    Deitar a garra a....


    empossar | v. tr. | v. pron.

    Investir na posse....


    entender | v. tr. | v. intr. | v. pron. | n. m.

    Apossar-se do sentido de (o que ouvimos ou lemos)....


    entronizar | v. tr. | v. pron.

    Elevar ao trono; pôr no trono....


    senhorear | v. tr. | v. intr. | v. pron.

    Tornar-se senhor de; conquistar....


    apossar | v. tr. | v. pron.

    Dar posse (de alguma coisa) a....




    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?