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    apele-nos

    apelável | adj. 2 g.

    De que se pode apelar....


    improvido | adj.

    Que não teve provimento (ex.: apelação improvida; recurso improvido)....


    inapelável | adj. 2 g.

    De que se não pode apelar....


    Resposta do pintor Apeles a um sapateiro que, depois de haver criticado, num dos seus quadros, uma sandália, julgou também poder criticar o resto; aplica-se aos que pretendem julgar de coisas para que lhes falta competência....


    Expressão atribuída por Plínio a Apeles, que dizia não passar um só dia sem traçar uma linha, isto é, sem pintar; aplica-se especialmente aos escritores....


    Resposta do pintor Apeles a um sapateiro que, depois de haver criticado, num dos seus quadros, uma sandália, julgou também poder criticar o resto; aplica-se aos que pretendem julgar de coisas para que lhes falta competência....


    páthos | n. m. 2 núm.

    Emoção intensa que uma obra de arte ou um acontecimento desperta no espetador....


    rebate | n. m.

    Ato ou efeito de rebater; ágio....


    apelação | n. f.

    Recurso da sentença de um tribunal inferior para outro superior....


    apelado | adj. | n. m.

    Diz-se do juiz ou do tribunal de cuja sentença se apela....


    apelante | n. 2 g. | adj. 2 g.

    Aquele ou aquela que apela de uma decisão jurisdicional....


    apelo | n. m.

    Apelação....


    alçada | n. f.

    Limite dos poderes concedidos....


    telealarme | n. m.

    Serviço que permite, por adição de um equipamento particular a um posto telefónico, lançar rapidamente um apelo de aflição para um centro de socorro....


    instância | n. f.

    Insistência, empenho ou veemência no pedir....


    nuncupação | n. f.

    Nomeação oral de herdeiros, feita pelo testador; testamento oral....


    reclamo | n. m.

    Reclamação, chamamento, apelo....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.