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    aparentai-vos

    acaule | adj. 2 g.

    Que não tem caule (planta) ou que o tem muito aparente....


    arrizo | adj.

    Que não tem radícula aparente....


    Que está ou aparenta ser muito envelhecido....


    cadente | adj. 2 g.

    Que vai caindo (ex.: águas cadentes)....


    equinocial | adj. 2 g.

    Relativo ao equinócio ou a uma das épocas do ano em que o Sol, no seu movimento anual aparente, passa pelo plano do equador celeste....


    Não aconselhado nem forçado; feito ou dito de livre vontade....


    faneranto | adj.

    Que tem flores aparentes....


    Que tem os órgãos sexuais aparentes, visíveis....


    latente | adj. 2 g.

    Que está oculto, não aparente....


    ostensível | adj. 2 g.

    Que se pode mostrar ou ostentar....


    palmatiforme | adj. 2 g.

    Cujas folhas têm a forma aparente de palma....


    Que aparenta uma forma cristalina semelhante à de um cristal ortorrômbico (ex.: cristais de simetria pseudo-ortorrômbica)....




    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?