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    apagaram-mas

    aspado | adj.

    Martirizado em aspa....


    delével | adj. 2 g.

    Que se pode apagar, delir....


    desbotado | adj.

    Diz-se da cor que perdeu a viveza primitiva....


    expungido | adj.

    Que se expungiu ou apagou....


    mortiço | adj.

    Quase morto, moribundo....


    sumido | adj.

    Que mal se vê ou ouve....


    apagável | adj. 2 g.

    Que se pode apagar....


    ligado | adj.

    Que se ligou....


    expungível | adj. 2 g.

    Que se pode expungir, eliminar ou apagar....


    abluente | adj. 2 g.

    Que serve para abluir....


    abstergente | adj. 2 g. | n. m.

    Que absterge ou limpa (ex.: enema abstergente)....


    galo-das-trevas | n. m. pl.

    Candelabro de treze velas nos ofícios noturnos da Semana Santa....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?