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    andou

    aluado | adj.

    Influenciado pela Lua, lunático....


    amabile | adv.

    Diz-se do andamento musical executado com suavidade e doçura....


    ambulípede | adj. 2 g.

    Que tem pés bem conformados para andar....


    alongado | adj.

    Que é longo, comprido (ex.: silhueta alongada)....


    anda | interj.

    Indica pedido ou ordem para que se prossiga com algo ou para que se apresse alguma coisa....


    andadeiro | adj. n. m. | adj.

    Que ou quem anda muito....


    andado | adj.

    Que se andou ou percorreu....


    andável | adj. 2 g.

    Em que se pode andar....


    Qualificativo das flexões verbais cuja sílaba tónica está na terminação ou na desinência e não na raiz (ex.: andaremos é uma forma arrizotónica)....


    avoado | adj.

    Que anda com a cabeça no ar....


    cachonda | adj. f.

    Diz-se da fêmea que anda na época do cio (especialmente falando-se de cadelas)....


    capaz | adj. 2 g.

    Que tem capacidade para (ex.: o hotel é capaz de alojar duzentas pessoas)....


    cambaio | adj.

    De pernas tortas, geralmente metendo os joelhos para dentro....




    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?